sexta-feira, 29 de julho de 2011

Civilizações antigas: Superioridade intelectual ou misticismo?

Linhas de Nazca. Fonte: infoescola.com
        Entre os assuntos abordados nas rodas de discussão atualmente, está a "teoria da conspiração". Relados, encarados por muitos como verdadeiros fatos têm feito um mover social. Mitos ou fatos, que seja, sobre livros e sociedades secretas fazem, mais do que nunca, a cabeça de uma população intrigada, em busca da explicação e do misticismo das atividades de civilizações antigas.
        Não é de hoje que o povo procura se satisfazer com Histórias de heróis e contos extraordinário de pessoas que, supostamente viveram antigamente. Livro antigos, como o livro de Toth, são a prova viva da busca desenfreada da afirmação do conhecimento humano. Livros supostamente proibidos pela Inquisição nos séculos passados e/ou perdidos em "catástrofes" supostamente propositais afloram na imaginação do povo.
        O misticismo criado em cima de feitos extraordinários de pessoas que teoricamente detentoras de "ciências superpoderosas" alimentam uma ideia que, constantemente tem estado na cabeça de muitos e, a falta de dados referentes a tais "civilizações místicas", piora ainda mais a situação. A ideia de uma superioridade científica e psicológica de povos indígenas antigos afligem, mesmo que inconscientemente o ego de um povo que se tornou "autossuficiente" de sua capacidade.
        Agora, cabe a nós descobrir se a nossa busca desenfreada  pela autoafirmação não é a raiz que sustenta tantos relatos relacionados a nossos antepassados.